segunda-feira, 26 de agosto de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
O impacto de um pai
“ESTE É
MEU PAI”
” Então, José, seu marido, como era justo e
não queria infamar, intentou deixa-la
secretamente. E, projetado isso, eis que, em sonho, lhe apareceu um anjo do
senhor, dizendo José. Filho de Davi, não apenas receber Maria, tua mulher, porque
o que nela está gerado é do Espírito Santo. “(Mt 1:19-20)
Se olharmos o evangelho de Mateus, podemos ver que ele
começa descrevendo a genealogia de Jesus para frisar a sua descendência
‘davídica’ originada em Abraão que recebeu a promessa de ser o pai de uma
grande nação, esta linha hereditária de 14 gerações chegando a José, o
patriarca da família de Jesus.
Muita ênfase se dá o ventre sem mácula de Maria e sua
bem-aventurança, mas temos que levar em consideração que a escolha de Maria se
deu pelo o fato da mesma está desposado de José da linhagem de Davi originada
do pai da fé (Abraão), portanto, um homem temente e de comunhão com Deus, além
de ser um homem justo (diKaio) que significa também íntegro incensado de misericórdia.
José sem dúvida foi o exemplo de pai segundo o coração
de Deus: protetor, administrador, líder e com excelente relacionamento
familiar; pai amoroso, bondoso e presente.
Na sociedade judaica do século I a mulher se casava
com a idade de 12 anos. Este procedimento garantiria que as mulheres casassem
no começo dos seus melhores anos para gerar filhos. Elas se casavam com homens
mais velhos com cerca de 30(trinta) anos já estabelecidos em seus negócios com
condições de sustento e prover a sua família com vista à consistência do núcleo
familiar, sendo oferecida pelos seus pais na maioria das vezes sem o direito de
opinar. O casamento judaico mantinha um período de 01 (um) ano antes da
consumação com a união dos corpos, no entanto, neste interregno que hoje a
sociedade moderna chamaria de noivado, o marido já assume a responsabilidade
por sua esposa removendo a autoridade paternal.
Com esta constatação histórica, podemos ver que José
foi fundamental para formação do caráter de Jesus, pois Maria não tinha nenhuma
maturidade para tanto.
O ato de obediência de José era crucial para a
realização da vinda do Messias. Ele aceitou a mulher e ônus da comunidade;
deste modo, Jesus pôde ser chamado ‘Filho de Davi’ e assumiu seu ministério
legítimo como Messias-rei. A escritura não registra uma única palavra que José
tenha dito, só seus atos de misericórdia e sua obediência. Os pais seguidores
de Cristo devem seguir o exemplo silencioso do homem que foi para Jesus humano
a sua primeira imagem de pai.
José foi um homem que cumpriu o seu papel de pai:
protegendo, dirigindo e governando.
O legado que o pai deixa aos filhos é o caráter
incutido neles. Uma das mais belas frases que um homem pode ouvir de um filho
é: “Este é o meu pai”.
A influência de José sobre Jesus foi tão perceptível
que ele assumiu a profissão do pai: carpinteiro.
O papel de pai, podemos resumir, se baseia em três
coisas: na administração dos recursos que recebe, nos seus relacionamentos e na
sua liderança. Todas elas são de extrema importância para os filhos.
Quando do conhecimento da gravidez de Maria sem que
com ela tivesse coabitado, demonstrou o caráter justo, íntegro cheio de
misericórdia; típico de um homem de Deus, resolvendo não levar a sua esposa a
morte conforme o ditame da lei na época (Deuteronômios 22:20-21) ou expô-la
execração com o divórcio, preferido sair da relação sem infamá-la preservando a integridade de
Maria numa sociedade machista e injusta com o sexo feminino (Mateus 1:18-19).
José era um pai com muita comunhão com Deus e grande
fé, pois quando o anjo do Senhor lhe apareceu em sonho não embolsou nenhuma
estranheza ou incredulidade, acatando e obedecendo de imediato, atitude esta,
bem típica de um servo acostumado a ouvir a vós do seu Senhor e identificá-la
no meio de muitas outras vozes que com toda certeza dizia para largar Maria ou
levá-la a execução por adultério (Mateus 1:20-25).
O patriarca da família de Jesus (José) foi um
excelente administrador dos recursos a ele confiado, pois soube organizar a
fuga com Maria e Jesus para o Egito em tempo bastante exíguo e com todo
cuidado, amor, zelo e segurança; firmado numa liderança sacrificial e governo
inquestionável sobre a família que Deus lhe confiou (Mateus 2:13-15).
O apóstolo Paulo revelou a base para ser um bom pai
quando declarou: “sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co
11.1). Devemos gastar tempo com os nossos filhos os criando “na disciplina e na
admoestação do Senhor” (Ef 2:6), influenciando-os para salvá-los da destruição
motivada pelos pais caricatos criados por satanás falando por muitas horas com
os nossos filhos através da televisão e outros meios eletrônicos, pais:
despóticos, adúlteros, perversos, maliciosos, lascivo, cheios dos frutos da
carne e vazios do Espírito Santo, produzindo por uma sociedade que chama o bem
de mal e o mal de bem.
No episódio da volta do Egito, José mais uma vez
demonstrou o seu governo familiar e liderança preocupada com o bem estar da
família (Mateus 2:19-23), sabendo que outro governante iníquo assumiu (Aquelau)
ponderou sobre o retorno da Judéia, e ouvido a voz de Deus seguiu para Nazaré e
lá habitou.
No episódio
descrito no evangelho de Lucas, capitulo 2:39-52, onde Jesus se perdeu na
multidão quando os seus pais foram a Jerusalém na festa da pascoa, sendo
encontrado depois de 03 dias ensinando junto a doutores na sinagoga quando
tinha apenas 12 anos, José mostrou ser uma pai preocupado e consciente da sua
responsabilidade e do designo de seu filho.
Podemos dizer que José foi um pai que protegeu,
ensinou e influenciou inclusive na profissão.
O Pai é a segurança o
equilíbrio e a paz de uma família, teu(s) filho(s) te olha(m), observa(m),
admira(m) e se espelha(m) em ti, grande é a responsabilidade de ser pai, no
entanto, uma função prazerosa e digna de grande honra.
Vivemos hoje numa sociedade que os poucos “José” que
existem: justos, íntegros, misericordiosos, provedores, governantes e líderes,
vivem ausentes de seus filhos sem manter um relacionamento profícuo prolongado
e eficaz. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos informa que a média de tempo de
um pai com o seu filho é hoje de 35 segundo.
Em contra
partida outros Pais arquitetado por satanás tem se apresentado através da
televisão, homens: como Rambo que mata muita gente para salvar a sua honra,
Simpson um pai debiloide que não tem uma autoridade sobre os filhos, pais
adúlteros, pais homossexuais, pais divorciados apresentado em programas para
adolescentes (Malhação da Globo) e etc.
A ausência dos José na educação dos filhos tem sido
suprida por pais caricaturados produzidos por mentes geniais corrompidas pelo o
príncipe deste século pelo o dinheiro fácil de ibopes televisivos (Timóteo
4:1... Espíritos enganadores e doutrinas demônios), pois sabemos que destruir
algo saudável é mais fácil do construir.
É dia dos Pais, mas também dia de convocação dos José para pegar em armas e ficar na
trincheira para salvar as famílias, temos que voltar a posição de Pai
relacional que influência e passa legado, que constrói nos filhos (Efésio 2: 10
Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais
Deus preparou para que andássemos nela).
O apóstolo Paulo revelou a base para ser um bom pai
quando declarou: “sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co
11.1). Devemos gastar tempo com os nossos filhos os criando “na disciplina e na
admoestação do Senhor” (Ef 2:6), influenciando-os para salvá-los da destruição
motivada pelos pais caricatos criados por satanás falando por muitas horas com
os nossos filhos através da televisão e outros meios eletrônicos, pais: despóticos,
adúlteros, perversos, maliciosos, lascivo, cheios dos frutos da carne e vazios
do Espírito Santo, produzindo por uma sociedade que chama, o bem de mal e o mal
de bem.
O salmista Davi pois um fim mas influência na sua família ponde me
prática um plano arquitetado pelo o Espírito Santo de Deus:
Tomarei bastante cuidado para andar sempre pelo o
caminho certo, mas para isso preciso muito da sua ajuda! Quero começar pela a
minha própria casa, tendo sempre um coração puro e sincero. Não quero ter interesses
por coisas más; odeio os atos de quem se afasta da sua Lei e não me juntarei a
essa gente. Não quero ter um coração inclinado para o pecado, não quero ter
qualquer ligação com o mal. Castigarei quem fala mal de seus conhecidos pelas
as costas; não ficarei junto de pessoas orgulhosas e egoístas. Procurarei
encontrar pessoas fiéis a Ti; esses serão meus companheiros, os amigos que
receberei em minha casa. Meus empregados
serão pessoas que andem pelo o teu caminho. Nenhum mentiroso ou ladrão ficará
muito tempo em minha casa; não permitirei falsidade na minha presença.” (Sl
101.2-7 – A bíblia viva – Grifo meu)
Os jovens precisam de pais fortes e corajosos que
tomem a frente da Batalha e erguendo a bandeira e gritando ordem de avançar se
comprometendo como Josué fez, servindo de exemplo, ao dizer para o seu povo na
presença de Deus: Eu e minha casa serviremos o Senhor! (Js 24:15)
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