quinta-feira, 20 de março de 2014

Texto para refletir


AMAR É SE RELACIONAR

“Toda a Lei se cumpre numa só palavra, a saber: amarás ao teu próximo como a ti mesmo.”(Gálatas 5:14)

“Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”(João 13:35)

Amar o seu próximo é se relacionar com ele ao ponto de conhecer e entender as suas necessidades, ou seja, relacionamento é como uma faca amolando outra faca para atingir o corte perfeito, hora esfrega uma faca na outra faca e vice versa, no entanto, haverá momentos que faíscas serão liberadas pela fricção que produz aquecimento, e esta fagulha representa as divergências comum a toda convivência humana entre dois seres de históricos de vida singular,   no entanto, é certo que  esta fagulha nunca chegará a se tornar um fogo se for temperado pelo Espírito Santo que na escritura sagrada é também representado pela água que produz o lavar regenerador que , portanto, não podemos parar de nos atritarmos  com medo de incêndios, pois se assim fazermos nunca atingiremos  em nós mesmo e no nosso próximo a lâmina  perfeita que seria o amor de Deus aperfeiçoado em nós pelos  relacionamentos. Fugir disto com a desculpa de não gostar de problemas é correr da possibilidade de experimentarmos o amor que o Senhor nos deu e confiou para que fosse passado para o mundo como testemunho da sua existência e do seu Senhorio. Portanto, vamos apostar no amor, insistindo nos relacionamentos, dando prioridade aos irmãos da fé.

As pessoas têm deixado de amar, porque tem fugido dos relacionamentos porque não encontrou a relação perfeita, e a busca desta perfeição esta dentro de um idealismo, ou seja, tem que ser emocionante envolvente, leve e com o menor numero de conflitos possíveis, pois o que se busca é uma fantasia. 

Essa atitude fantasiosa tem tomado um grande numero de cristãos, que vivem na busca do perfeito e por esta razão vivem a cada conflito extirpando pessoas da sua vida todas as vezes que os conflitos surgem e buscando novos ou nenhum relacionamento a ponto de se isolarem em seus mundos onde para se entrar alguém este tem que preencher uma série de requisitos que barra todos ou quase todos os pretendentes, que faz com que quase nunca viva o amor de Cristo, e quando vive, está vivendo algo superficial que nunca chegará a compaixão, essa busca deste perfeito advindo de um produto da nossa sociedade atual que não aceita o sofrimento, fragilidade e a incerteza, que nada mais é que o homem insistir naquilo que não lhe cabe o ideal de ter controle de tudo como se um deus fosse. O amor vivido um pelos outros é um testemunho que Cristo vive em nós e que pertencemos a Ele.

Autor: Pr. Leonardo Theodoro de Aquino

segunda-feira, 10 de março de 2014

TEXTO PARA REFLEXÃO


MULHER, COROA DA CRIAÇÃO DE DEUS PARA O NOSSO BEM.

 

“A mulher virtuosa é a coroa do seu marido,... (Provérbio 12:4)”

 

Deus criou e luz e disse:

-Posso fazer melhor.

Então criou os mundos. Depois Ele disse:

- Posso fazer melhor.

Então criou os animais. Olhou os animais e disse novamente:

- Posso fazer melhor.

Então criou o homem. Depois Deus viu tudo o que tinha feito, mais uma vez, disse:

- Posso fazer melhor.

E então criou a mulher. Aí Deus descansou porque já não havia nada melhor para ser criado.

As mulheres são uma criação divina incomparável. Tanto homens com mulheres têm singularidades dadas por Deus para se se completarem entre si.

 

 

Diz a bíblia que Deus, na virada do dia, vinha ter com Adão. Desta feita, é evidente que o homem ficava, em alguns momentos, sozinho. E via Deus que isto lhe produzia tristeza. Mediante esta constatação, se viu o Senhor, tomado de tremenda compaixão para conosco, na obrigação de criar um ser que suprisse esta falta. Assim então, foi criada a mulher.

 

Foi a mulher Joquebede, mãe de Moisés (num ato de amor, ousadia, coragem e visão profética), que o escondeu  num cesto para livrá-lo da morte. Preservando assim, o redentor de Israel da escravidão do Egito.

 

Foi a mulher profetiza Miriã (Êxodo 15:20-21), que guiou Israel a um dos primeiro atos de louvor e adoração a Deus, após o grande feito da abertura do mar vermelho, reconhecendo a Sua Glória, Grandeza e majestade.

 

Foi uma mulher Raabe (Josué 2:1-8), que embora descriminada pela sua condição de prostituta, em um ato de fé, alcançou o perdão e a graça de Deus ao proteger e indicar o caminho para uma importante vitória em Jericó, aos dois enviados de Josué.

 

Foi a mulher profetiza Débora (Juízes 4:4-14) que julgou o povo de Deus com sabedoria e liderança sem igual, libertando o povo de Deus que vivia sobre o julgo da opressão de um terrível inimigo.

 

Foi uma mulher de nome Ruthe que numa renúncia, de amor e sacrifício, manteve viva a raiz de Jessé de onde surgiu o nosso salvador, fazendo parte da genealogia de Cristo.

 

Foi uma mulher e rainha, Esther, que não se esquecendo da sua origem como serva de Deus, com risco à sua própria vida, livrou o povo eleito do Senhor de um massacre que o exterminaria da terra.

 

Foi por uma mulher, Maria, que sem questionar a sua condição, apenas obedecendo, carregou o nosso salvador no seu ventre, e num ato de humildade entendeu que a sua bem-aventurança não estava em si, mas no fato de ser uma serva que teria a missão de proteger no seu  útero o seu Senhor e Salvador.

 

Foram as mulheres que sustentaram o ministério de Cristo (Lucas 8:1-3), e foram as mulheres, devido a sua ousadia e coragem, que em quanto os discípulos (apóstolos) se encontravam escondidos e assustados com medo de serem mortos, as primeira a verem e reconhecerem o Cristo ressurreto, levando a notícia das boas novas que o redentor vive para todo sempre com destemor ou qualquer vacilo (Lucas 23:50-56, 24:1-12, Mateus 28:1-10 e João 20:10-18)  enfrentando  as  dúvidas e os medos dos homens que andaram lado a lado com o Senhor.

 

E todas elas não precisaram negar a sua feminilidade para obter estas conquistas, pois se isto o fizessem não conseguiriam tais êxitos, porque a natureza do amor, sacrifício e renúncia é muito mais evidenciado na  singularidade das mulheres.

 

Pastor: Leonardo Theodoro de Aquino